Notícias de crédito
Encontrar um orçamento equilibrado para bem começar 2012 com uma consolidação de créditos… Fazer uma consolidação de créditos é uma solução que se dirige aos preponente em situação de sobre endividamento. Uma consolidação de créditos não é uma solução financeira fixa e única: é uma vaga gama de soluções personalizadas que respondem as suas necessidades. É por conseguinte possível instaurar uma consolidação de créditos para revalorizar o vosso poder de compra que julga insuficientes. Instaurando uma consolidação de créditos opta igualmente por uma simplificação do seu orçamento. Com o agrupamento de todos os créditos, num só crédito é instaurado o pagamento de uma só mensalidade. Dispõe por conseguinte de uma melhor visibilidade sobre o seu orçamento graças à esta única mensalidade. Obviamente, não vai recorrer a consolidação de crédito cada vez que está com algumas dificuldades em liquidar as suas prestações.Visto a consolidação de crédito ser um empréstimo a longo prazo. Contudo é possível desbloquear uma liquidez adicional quando se realiza a operação de consolidação de créditos para eventuais despesas imprevistas. É muito mais razoável do que contrair novos empréstimos que vem acrescentar uma nova prestação à já existente. É fácil fazer uma consolidação de créditos visto ser o consultor de crédito que faz todas as diligências para obter as melhores condições financeiras juntos dos bancos. Para isso basta indicar-lhe claramente as suas necessidades e explicar-lhe a sua situação financeira, familiar e profissional. Essa troca de informação pode ser feita pessoalmente, por telefone ou por e-mail. Não esperam mais para solicitar o seu pedido de consolidação de créditos e descobrir a proposta que lhe pode ser feita. Obras de renovação ou reabilitação : uma solução global mais atractiva do que um crédito para obras As obras para renovar, reabilitar, representam uma grande parte do orçamento familiar dos proprietários. Os inquilinos podem também, com o acordo do senhorio, fazer obras menores, menos caras claro, mas que pode requerer um financiamento. A maioria dos bancos oferecem crédito especial para a realização destas obras, quer seja para uma actualização, para poupar energia ou que tenham uma carácter urgente (acidente, avaria…) Algumas obras podem até beneficiar de créditos fiscais que ajudam a factura a ser menos elevada sobre o ano fiscal conforme a realização das obras e o respectivo pagamento. Independentemente do tipo de rendimentos de uma família, a sua composição, ou mesmo o tipo de obras previstas, existem soluções financeiras mais vantajosas do que optar por um crédito para obras. Na verdade, as soluções financeiras dos IOB ( Intermediário de Operações Bancárias) de consolidação de empréstimos permite às famílias que desejam investir numas obras, poder encontrar uma solução personalizada que serve perfeitamente as suas necessidades e expectativas de projecto. A redução das mensalidades globais do agregado familiar permite obter um melhor perfil do mutuário, o que significa ou uma taxa melhor, ou a possibilidade de não limitar o projecto das obras. Os IOB oferecem soluções financeiras, de um lado combinam todas as dívidas de créditos e outras dívidas num único crédito de substituição que tem uma mensalidade global bastante reduzida, e essas soluções integram por outro lado, o financiamento das obras que permite às famílias não desequilibrar o orçamento, mantendo o poder de compra. A nova mensalidade está adaptada às capacidades de pagamento das famílias, enquanto que a contracção de um empréstimo para obras é dirigido às pessoas que podem incluir uma nova mensalidade no seu orçamento. Esta é uma razão para que as soluções financeiras dos IOB são cada vez mais importantes quando um novo financiamento é procurado. Ao contrário das ideias preconcebidas, as soluções financeiras para as consolidações de empréstimos não se destinam apenas às situações de dívida excessiva. Optar por fazer uma consolidação de empréstimos ao integrar o financiamento das suas obras é ser activo para manter o equilíbrio do seu orçamento e melhorar o seu poder de compra. Integre o financiamento das suas obras numa solução de consolidação de empréstimos. Lembrete : a poupança é a parcela dos rendimentos que não é gasta para o consumo. A poupança deve ser desejada e por isso é importante escolher um produto de poupança adaptado às suas capacidades e aos seus projectos. Poupar é de alguma forma renunciar a consumir no presente para atingir os objectivos futuros : preparar uma sucessão, a sua reforma, facilitar a aquisição de casa… Lembramos que, no contexto actual de incerteza relacionado ao mercado imobiliário e o aperto das condições para a concessão de empréstimos hipotecários, é preciso mostrar aos bancos que tem a capacidade de poupar e sobretudo que dispõe de uma contribuição pessoal. O financiamento de um imóvel em 100% ou até 110% possível ainda o ano passado, esta agora reservado apenas para os casos mais favoráveis (bons rendimentos, trabalhadores efectivos…). Com a inflação, não investir o dinheiro que está disponível na conta corrente é estar gradualmente a perder dinheiro. Uma poupança bem colocada e segura origina juros que fazem acrescentar à soma inicial. Nem sempre é fácil escolher o seu investimento e muitas perguntas surgem. Quanto é que se ganha ? Que segurança oferece o investimento ? O dinheiro está disponível ? Existem penalidades para o levantamento ? A gestão do investimento é complicada ? Antes de colocar a sua poupança, é claro que é preciso avaliar a sua capacidade de poupar, e a sua situação fiscal para determinar se é importante escolher um produto livre de impostos, e fazer-se as perguntas certas sobre o investimento futuro na gestão… Uma poupança deve atender aos critérios pessoais que são baseados nas expectativas e nas necessidades. Os produtos de poupança podem ser definidos tendo em conta vários objectivos : um investimento seguro, com um esforço especial para a compra de uma casa, a curto prazo para ter uma entrada maior, um investimento mais dinâmico para uma transição para a reforma a longo prazo, um investimento seguro e disponível imediatamente em caso de imprevisto… A solução pode estar em uma fórmula que combina vários investimentos para suas economias, seria melhor multiplicar os meios em alguns casos. Quando o orçamento já é reduzido e não se consegue poupar : pode optar por uma consolidação de créditos que inclui todas as suas dívidas em um empréstimo de substituição. Este único empréstimo cujo a mensalidade é reduzida permite-lhe ter algum poder de compra e oferece-lhe a possibilidade de poupar. Perceber em dez pontos porque as soluções de consolidação de créditos são perfeitamente adaptadas para os futuros ou jovens reformados… Lembrete : uma consolidação de créditos é uma solução financeira apresentada pelo IOB (Intermediário em Operações Bancárias ) que reuniu todas as dívidas em um só crédito com uma única mensalidade e significativamente reduzida. - Encontrar uma solução de consolidação de créditos é gratuito e sem compromisso - Não tem de efectuar tarefas complicadas : o IOB trata de todos os procedimentos a partir do momento em que está devidamente autorizado pelo cliente - O IOB procura a solução mais vantajosa entre aquelas que podem ser apresentadas pelos seus vários parceiros bancários - Uma consolidação de créditos permite consolidar todos os créditos pendentes : reembolsos de empréstimos, impostos anteriores, dívidas fiscais e sociais, dívidas pessoais… - Uma consolidação de créditos pode financiar um novo projecto, sem acrescentar uma nova mensalidade e sobretudo sem ter que apertar o cinto - Uma consolidação de créditos simplifica uma gestão às vezes difícil dos vários empréstimos - Uma consolidação de créditos pode desbloquear uma reserva de dinheiro com a qual a pessoa se sente segura e pode lidar com o imprevisto - Uma consolidação de créditos dá poder de compra, enquanto as reavaliações das pensões continuam ainda insuficientes - Uma consolidação de créditos não é, ao contrário das ideias preconcebidas dirigida apenas às pessoas endividadas : é para quem quer desfrutar melhor a vida quotidiana através de uma gestão inteligente das suas finanças - A consolidação de créditos é particularmente bem adaptada aos jovens reformados que já não podem contar com os bónus, o décimo terceiro mês, ou os aumentos a que tinham direito quando estavam activos. Mais do que nunca a consolidação de créditos é uma solução financeira muito vantajosa para os reformados. Após um período em declínio das taxas de juro a tendência inverteu-se o que tem como efeito aumentar também o período de reembolso. Existem várias formas de calcular o preço do dinheiro. É preciso ter em conta vários factores e fazer alguns cálculos de base para determinar o custo dos empréstimos. Comparar as taxas de juro não é suficiente : é preciso ter em conta todas as características do empréstimo. Um empréstimo deve ser adaptado à situação de cada mutuário com base no seu perfil, nas suas necessidades e expectativas. Não há apenas um único empréstimo, mas existem vários tipos de empréstimos cada vez mais personalizados com taxas de juro mais ou menos vantajosas para cada projecto e cada mutuário e até de acordo com a região. Um empréstimo é tanto mais personalizado quanto maior for o seu montante, como é o caso dos empréstimos habitação e dos empréstimos de substituições que são introduzidos no contexto da consolidação de créditos. Geralmente, a taxa de juro caracteriza a taxa de remuneração do credor e essa taxa é sempre determinada contratualmente embora seja variável. Existem muitas taxas de juro em função dos mercados, das instituições financeiras (bancos, instituições de crédito especializadas), da duração prevista, do perfil, do projecto a financiar… Uma taxa de juro pode ser fixa, conhecida e inalterada durante a duração do empréstimo, o que é particularmente apropriado na altura do aumento das taxas ou para os mutuários que querem sentir-se seguros. A taxa de juro pode também ser sujeita a revisão, ou seja varia de acordo com um índice de referência. Em geral, essa mudança ocorre uma vez por ano, na data de aniversário da assinatura do contrato do empréstimo. Este tipo de empréstimo com uma taxa de juros variável permitiu a muitas famílias tornarem-se proprietários nos últimos anos, visto as taxas caíram. Actualmente, a descida das taxas fazem reduzir a duração do empréstimo. No entanto, há garantias para o mutuário para limitar os aumentos quando o empréstimo é a taxa fixa. O processo de divórcio feito por mútuario acordo ou não, é um procedimento caro.. Novas taxas mais ou menos importantes são adicionados no orçamento de uma pessoa divorciada: - A obrigação possível de pagar uma pensão alimentar ou uma indemnização compensatória. - A obrigação de protecção social : o casamento pode originar benefícios sociais como a adesão de cobertura de saúde que pode ser conservada até um ano após o divórcio e eventualmente ser prolongada consoante a idade dos filhos. A cobertura de saúde pode causar mais uma despesa. - A determinação de qual do cônjugues terá de pagar uma pensão de alimento após o divórcio também pode causar uma perda financeira… Além disso, todos os custos normalmente partilhadas entre dois cônjuges são dobradas depois do divórcio: - Os custos de habitação (renda, hipoteca) - Os custos relacionados ao alojamento (água, electricidade, gás, seguros, impostos…) - O custo do transporte de cada carro (gasolina, estacionamento, seguro, crédito do carro) - As despensas díarias (alimentação, roupas…) - As despesas de educação - Os gastos para o lazer, férias, escola, actividades fora da escola… Os créditos contraídos durante o casamento devem ser honrados ou vendidos se a propriedade ou o carro é vendido após o divórcio Muitas pessoas encontram-se, depois do seu divórcio, enfrentadas a um declínio significativo do seu disponível mensal, ou seja, os recursos ainda disponíveis, após todas as despesas e pagamentos mensais pagos. A consolidação de créditos é a solução financeira mais adequada para responder às dificuldades financeiras causadas pelo divórcio. A consolidação de todas as dívidas pendentes e de uma pessoa divorciada com um pagamento mensal significamente baixo permite-lhe enfrentar a nova situação e minimizar as consequências do divórcio. Um pagamento mensal reduzido, um orçamento simplificado, um maior poder de compra, uma possibilidade de salvar ou de financiar um novo projecto são muitos argumentos para motivar qualquer pessoa a pedir uma consolidação de créditos após um divórcio. A consolidação de créditos permite começar uma nova vida pacífica e sem dificuldades. Os filhos são uma das principais despesas que não vão diminuir com a idade, particularmente se querem fazer estudos universitários. Inicialmente, são artigos de puericultura, a pesquisa de uma casa maior, um carro mais adequado, o custo para uma ama… A entrada para a escola não significa uma redução das despesas e quando chega a altura do ensino superior, muitos pais estão preocupados por não poder face aos custos que vai implicar. Todos os pais querem que seus filhos estudem nas melhores condições possíveis, mas nem sempre é fácil assumir o lado financeiro. O ensino superior é muitas vezes caro porque é preciso uma casa para o estudante, existem custos de viagem, comida… Nem sempre é fácil ter o orçamento e particularmente quando há varias pessoas a estudar na família. A consolidação de créditos ajuda uma gestão a ser mais eficaz e permite aos pais incluir uma nova rubrica de despesas nos seus orçamentos. A consolidação de créditos permite a um casal ou a uma mãe solteira, consolidar todos os seus encargos e diminuir o seu encargo total mensal. Com o ganho na mensalidade global, é possível assumir os novos encargos. Uma consolidação de créditos pode também incluir o financiamento dos estudos na operação financeira, a fim de manter apenas um único crédito. Cada consolidação de créditos é personalizada para atender às expectativas dos pais em função da situação dos estudos dos filhos. Implementar uma consolidação de créditos após uma separação ou um divórcio… Vários factores podem levar um mutuário a estar em situação difícil, temporariamente ou a longo prazo. Divórcios e separações são considerados como acidentes de vida e podem levar um mutuário a situações de endividamento excessivo, ou até de sobreendividamento. Quando um casal se separa, casado ou não, a situação financeira é a mesma : têm rendimentos, gastos e encargos, e têm que enfrentar uma reorganização do seu orçamento para lidar com as novas despesas da nova situação. Assim, existem custos que são multiplicados por dois porque há duas famílias ou seja duas casas, o dobro dos transportes… novas despesas para a outra casa, eventualmente uma pensão alimentar e a aquisição da metade da propriedade… Estas novas despesas não foram antecipadas nem previstas, nem orçamentadas, o que pode rapidamente provocar problemas financeiros. A implementação de uma consolidação de créditos, ou até mesmo duas, pode permitir a um ou ambos ex-cônjuges ou companheiros, equilibrar os seus orçamentos e reiniciar uma nova vida. A separação é um momento doloroso e, portanto não é necessário acrescentar problemas financeiros. A consolidação de créditos faz com que seja possível ajustar as despesas inerentes à nova situação em que os rendimentos diminuíram. Nem todos os mutuários conseguem ver de que maneira uma operação de consolidação de créditos lhes diz respeito. De um lado o preconceito que uma consolidação de créditos é uma solução financeira para as pessoas sobreendividadas. Este preconceito não é o único e são diversos os reformados, trabalhadores independentes, pessoas alojadas a titulo gratuito…que pensam que não correspondem ao perfil dos mutuários que podem fazer uma consolidação de créditos. Ora, não existe um perfil tipo de mutuário para poder beneficiar de um agupamento de encargos : todos os perfis e todas as situações familiares, profissionais e financeiras, podem beneficiar da implementação de uma fórmula de consolidação de créditos. Existem igualmente diversos obstáculos que vão de encontro às fórmulas de consolidação de créditos : será a operação confidencial ? Dispendiosa ? É necessário mudar de Banco ? O processo para criar um dossier é fastidioso?... Felizmente existem diversos sites internet disponibilizados pelos consultores financeiros que explicam com toda a transparência esta operação financeira, com ajuda a exemplos de diversos perfis diferentes. Certas ferramentas permitem igualmente realizar em alguns cliques uma simulação de consolidação de créditos, ou seja, um aproximamento da proposta que poderá ser feita a um estabelecimento bancário. Actualmente, as operações de consolidação de créditos são particularmente interessantes dado o valor baixo das taxas, o que permite obter uma poupança ainda mais significativo na mensalidade global. Um pedido de consolidação de créditos é gratuito e sem compromisso. Várias razões podem motivar o mutuário a fazer uma consolidação de créditos : a necessidade de reduzir a sua mensalidade, precisar de dinheiro, um novo financiamento, facilitar a gestão do orçamento… Após uma descida durante mais de um ano, as taxas de créditos estabilizaram–se a um nível muito baixo. A crise financeira ajudou a tornar mais difícil para as familias gerirem o seu orçamento e foram muitos os que recorerram à consolidaçãoes de creditos. Uma consolidação de créditos permite ao mutuário uma gestão simplificada do seu orçamento e conhecer melhor os recursos disponíveis em cada mês, uma vez que todas as despesas foram pagas. Arranjar dinheiro rápido para uma despesa inesperada nem sempre é fácil. Quando um mutuário se encontra no desemprego, quer seja por causa de um despedimento, o fim de uma missão ou a falência do seu negócio ... a redução dos rendimentos provocada pela situação, pode rapidamente colocá-lo numa situação financeira difícil. Ao contrário da crença popular, as fórmulas de consolidação de créditos não estão restritas apenas a trabalhadores por conta de outrém. Quando um banco concede um crédito de substituição no contexto de uma consolidação de créditos, vai respeitar as mesmas condições de um financiamento « clássico ». A separação ou o divórcio levam muitas vezes a dificuldades financeiras para um mutuário, por causa da diminuição ou perda de rendimentos provocado pela situação. A crise financeira deixou muitos desempregados, levou muitas empresas à falência e originou a diminuição dos salários de muitos funcionários ... Mais informações sobre as taxas de juros dos créditos imobiliários... O Comité Económico e Social Europeu (CESE) publicou, no final de 2007, um relatório intitulado "Crédito e exclusão social na sociedade da abundância".
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05/10/2010
- Oportunidade de fazer uma consolidação de créditos
01/04/2010
- Porque fazer uma segunda consolidação de créditos?
Seja qual for a intenção, o pedido da consolidação de créditos é igual e consiste em estabelecer apenas um crédito com um único pagamento mensal, mais ou menos baixo e adaptado às possibilidades do mutuário.
O valor dessa mensalidade é calculada num momento preciso na vida do mutuário e é normal que a sua situação financeira volte a piorar e, desta forma afecte as possibilidades de reembolso : um período de desemprego, divórcio…
É possível, também, que o mutuário tenha mais créditos e fique com uma taxa de endividamento excessiva.
É possível optar por uma segunda consolidação de créditos, principalmente quando as taxas praticadas são mais baixas.
Uma nova consolidação de créditos é possível, um ano depois de ter efectuado a anterior e se a taxa média dos empréstimos for inferior em pelo menos um ponto em relação às taxas dos créditos nessa altura.
Nesta segunda consolidação de créditos é preferível disponibilizar alguns milhares de euros para evitar que o mutuário utilize um crédito revolving, no caso de despesas inesperadas ou de um fim de mês difícil.
O reembolso desse dinheiro é incluído na mensalidade.
O período actual de taxas reduzidas é favorável a uma segunda consolidação de créditos.
23/03/2010
- A descida das taxas de créditos a favor da consolidação de créditos
O impacto desta redução das taxas é importante nas consolidações de créditos.
Optar por uma consolidação de créditos, é consolidar os encargos do mutuário: hipotecas, crédito ao consumo, créditos revolving, dívidas, descobertos bancários… num único crédito de substituição.
Este crédito de substituição deve ter uma taxa mais favorável, de pelo menos um ponto que a taxa média dos empréstimos já realizados.
O período deste crédito de substituição é maior para ajustar o valor da mensalidade às opções de reembolso do mutuário.
Os créditos implementados através de uma consolidação de créditos são empréstimos hipotecários para a maioria dos proprietários e empréstimos pessoais para os inquilinos e alguns proprietários.
Independentemente do crédito estabelecido: quanto mais baixas forem as taxas cobradas pelos bancos, melhor é a consolidação de créditos.
O papel de um consultor financeiro em consolidação de créditos é encontrar a melhor solução após a análise do dossier do mutuário.
O consultor financeiro pode mudar o prazo do crédito para satisfazer o mutuário, permitindo a integração de um novo financiamento, obtenção de verba adicional…
Hoje em dia, as taxas cobradas fazem as consolidações de créditos atraentes, independentemente das expectativas do mutuário.
09/03/2010
- Salários em 2010 e operações de consolidação de créditos
O ano de 2009 foi negro para os salários e em 2010 a situação não deve melhorar significativamente.
Muitos trabalhadores sentem que o seu poder de compra diminuiu, variados gestores sofreram uma redução nos rendimentos, a maioria dos comerciais não atingiu os seus objectivos ...
Alguns gestores encontraram-se com reduções significativas no salário quando têm uma componente variável do salário indexada aos resultados da empresa e aos seus próprios objectivos.
Com maus resultados, é evidente que as empresas distribuíem menos bônus ou incentivos.
Para todos as pessoas que têm empréstimos: executivos, empregados ou comerciais, a consolidação de créditos é um instrumento de gestão que permite revalorizar o seu poder de compra, reduzindo a sua mensalidade global.
A consolidação de créditos está posicionada como uma resposta à deterioração do poder de compra, reduzindo o custo mensal das familias.
A implementação de uma consolidação de créditos é rápida, sem procedimentos complicados e permite imediatamente que o mutuário melhore o seu poder de compra.
09/03/2010
- Resolver os seus problemas financeiros com uma consolidação de créditos
Quando um mutuário contrata vários tipos de créditos, as taxas de juros são diferentes, variáveis ou fixas e com mensalidades e datas de cobrança em momentos diferentes, pelo que, não é fácil gerir o seu orçamento.
As dificuldades financeiras não são inevitáveis, nem necessáriamente sinónimo de sobreendividamento, ou seja, incapacidade de cumprir com os seus pagamentos.
É importante para um mutuário determinar rapidamente a origem das suas dificuldades e avaliar a sua amplitude.
A rápida implementação de uma solução financeira é necessária para evitar incidentes bancários que poderiam originar custos elevados.
Uma consolidação de créditos é uma solução eficaz independentemente das dificuldades: a redução dos rendimentos após um despedimento, doença, reforma ou o aumento dos gastos na sequência de um divórcio, a cobrança de uma caução…
Uma fórmula de consolidação de créditos não é complicada de implementar, e todos os procedimentos complexos são tratados pelo analista que gere o dossier.
Uma consolidação de créditos leva à revalorização imediata do poder de compra do mutuário e a nova mensualidade global é ajustada às suas posibilidades de pagamento em função das suas necessidades diárias.
09/03/2010
- Que opção de financiamento escolher para uma necessidade urgente de dinheiro?
Muitas vezes é necessário recorrer a um financiamento, na falta de assistência dos amigos e da família e quando todas as possibilidades exploradas (aplicações, contas poupança ...) falharam.
A questão da escolha de um tipo de crédito ou de uma solução financeira mais completa como uma consolidação de créditos, surge em função do destino do dinheiro.
Um empréstimo para obras ou um empréstimo automóvel, nem sempre são usados, como o nome indica, para obras ou para a compra dum veículo. Este tipo de créditos está ligado à finalidade do financiamento, o que significa que o dinheiro só é disponibilizado se a venda ocorrer ou se o serviço for realizado, mediante apresentação de justificativos.
Um crédito revolving é de fácil acesso e de rápida obtenção, mas em contrapartida tem uma taxa de juro alta, o que aumenta rapidamente as despesas.
Um empréstimo pessoal é de livre utilização, com uma taxa mais atractiva, mas é mais lento de se obter.
Uma consolidação de créditos é uma solução financeira que responde rápidamente a uma necessidade urgente de dinheiro.
Uma consolidação de créditos é uma operação financeira que inclui todos os créditos de um mutuário, e que pode integrar um montante de liquidez adicional de livre utilização, sem que o orçamento do mutuário seja desequilibrado pelo novo encargo.
09/03/2010
- Recuperar com uma consolidação de créditos após um despedimento
Um mutuário que se encontra no desemprego, continua a manter os mesmos encargos, ao passo que os rendimentos passam a ser mais reduzidos.
O montante dos reembolsos dos empréstimos, juntamente com as despesas da vida quotidiana, podem rapidamente tornar-se demasiado grande em relação às possibilidades financeiras diminuidas do mutuário.
O desemprego é um dos principais motivos que pode levar um mutuário a encontrar-se numa situação de sobreendividamento.
As formúlas de consolidação de créditos são soluções financeiras particularmente bem adaptados para recuperar após uma situação da vida imprevista, tal como um despedimento.
A implementação de uma consolidação de créditos permite um mutuário consolidar todos os seus créditos: as dívidas, descobertos bancários ... num único crédito.
Este crédito único permite ao mutuário gerir melhor as suas despesas diárias e assumir as suas dívidas, apesar de uma diminuição dos seus rendimentos.
Com a consolidação de créditos, o mutuário pode encontrar um trabalho mais serenamente, sem a pressão do agravamento das dificuldades financeiras, sobretudo num contexto de perspectivas de crescimento económico lento.
Encontrar uma solução de consolidação de créditos é gratuito e sem compromisso.
09/03/2010
- Trabalhadores independentes e as fórmulas de consolidação de créditos
As profissões liberais, artesãos e comerciantes podem usufruir também das fórmulas de consolidação de créditos para diminuir uma taxa de endividamento excessivo.
Para um trabalhador independente, a dívida em excesso pode afectar tanto o equilíbro do orçamento profissional como o orçamento pessoal.
O princípio duma operação de consolidação de créditos para um trabalhador independente é o mesmo que para um empregado por conta de outrém, mas a montagem do pedido deve incluir alguns documentos adicionais na ausência de recibos de vencimento.
A análise duma consolidação de créditos para um trabalhador independente é um pouco mais complexa e é tratada por analistas especializados.
A consolidação de créditos para um trabalhador independente tem uma dupla vantagem, pois permite:
- equilibrar o seu orçamento particular
- equilibrar o seu orçamento profissional
Assim como para os trabalhadores por conta de outrém, uma consolidação de créditos pode integrar: todos os créditos, dívidas pessoais, dívidas fiscais e segurança social, descobertos bancários ...
A consolidação de créditos é tanto uma solução financeira para resolver problemas existentes, como também uma ferramenta de gestão que permite antecipar um abrandamento no sector e portanto uma provável queda nos rendimentos.
09/03/2010
- Limites de endividamento e consolidação de crédito
Geralmente, o montante destinado ao pagamento dos empréstimos não poderá exceder um terço dos rendimentos do mutuário, o que poderá também ser o caso para uma consolidação de créditos
Acima do rácio de endividamento de 33% pode não ser razoável, mas uma outra abordagem irá servir de complemento ao do rácio de 33%.
Esta abordagem consiste em avaliar o disponível mensal, ou seja, a soma do que dispõe cada mês para as despesas quotidianas depois de ter liquidado todos os seus encargos.
Assim, um rácio de endividamento de 30% pode representar um encargo significativo para um mutuário que recebe um salário modesto, enquanto um rácio de endividamento de 40 a 50% pode ser bastante suportável para um mutuário que tem rendimentos confortáveis.
Para um empréstimo convencional, como para uma consolidação de créditos, um Banco deve ter todas as informações necessárias para avaliar a situação, tanto profissional, como famíliar e financeira do mutuário.
É necessário não omitir nenhuma informação que possa comprometer de um lado o dossier e, por outro lado distorcer a verdadeira capacidade de reembolso do mutuário.
A boa-fé do devedor em ambos os casos é a chave para o sucesso do processo.
Para saber os limites do endividamento a não ultrapassar, cada mutuário deve listar todos os seus custos fixos, encargos e o montante das suas necessidades actuais, para determinar com precisão a sua capacidade de endividamento.
Um consultor em consolidação de créditos pode determinar essa capacidade, mas é a instituição de crédito que toma a decisão de dar ou não o crédito depois de ter analisado o pedido e se basear nos seus próprios cálculos financeiros.
09/03/2010
- Recuperar com uma consolidação de créditos após um divórcio
Na verdade, um mutuário que se separa ou se divorcia acaba por ter de suportar novas despesas, assim como continuar a fazer face às mensalidades dos seus créditos mensais.
Famílias monoparentais são altamente representadas entre aqueles com problemas de endividamento
Após uma situação da vida como um divórcio, a quantidade de taxas e pagamentos podem rapidamente tornar-se pesados demais para suportar e levar a um sobreendividamento se nenhuma solução for encontrada.
As fórmulas de consolidação de créditos são particularmente eficazes para recuperar após um divórcio ou separação.
A implementação de uma consolidação de créditos permite a um mutuário consolidar todos os seus créditos: as dívidas, descobertos bancários ... num único crédito que apresenta uma mensalidade total reduzida.
O montante total da mensalidade é adaptado à nova situação do mutuário e tem em consideração a sua capacidade de reembolso diminuida.
O mutuário mesmo que sozinho, pode graças à consolidação dos créditos, manter um orçamento equilibrado e assumir com maior facilidade os seus diversos encargos.
Para optimizar os benefícios financeiros provenientes da consolidação de créditos, é preferível reagir rapidamente de forma a evitar incidentes bancários, assim como penalizações que agravem a situação do mutuário.
Encontrar uma solução de consolidação de créditos é gratuito e sem compromisso.
09/03/2010
- Consolidação de créditos, crise financeira e dificuldades financeiras
O número de familías portuguesas com dificuldades em atender aos seus pagamentos mensais está a aumentar e as taxas de incumprimento do crédito ao consumidor, assim como crédito imobiliário, estão a aumentar.
O aumento do custo do risco tem implicações para os Bancos e estes tornaram-se mais cautelosos e respeitem cada vez mais as regras de concessão de crédito, para limitar as suas perdas.
Os Bancos têm uma política de "crédito responsável" e estão dispostos a apoiar os seus clientes mais vulneráveis pela situação económica.
Neste contexto económico, as soluções de consolidação de créditos têm um sucesso cada vez mais importante, porque são instrumentos eficazes de gestão financeira para melhorar o poder de compra e soluções financeiras para os mutuários com endividamento excessivo.
As operações de consolidação de créditos são soluções completas que integram todos os encargos: os seus empréstimos mensais, as dívidas pessoais, fiscais, sociais ...
Os mutuários podem, com uma consolidação de créditos, equilibrar o orçamento mensal e evitar cair numa espiral de endividamento.
10/11/2008
- Taxas de créditos
As autoridades monetárias vêm em socorro dos bancos ao fazerem baixar as taxas do mercado para os vencimentos mais curtos.
De facto, as instituições de crédito financiam-se a curto prazo e emprestam em prazos mais longos.
Graças a esta forte baixa das taxas de curto prazo, as instituições de crédito podem fazer transformações do modo mais vantajoso e reconstituir assim as suas margens.
Na zona Euro, a taxa interbancária já baixou: no início de Outubro, a Euribor a 3 meses elevava-se a 5,39% e a meio de Novembro eleva-se a 4,59%.
No entanto, as tensões persistem e há uma diferença importante entre a taxa a que os bancos emprestam entre si e aquela que é aplicada pelo Banco Central Europeu (BCE).
As instituições de crédito preferem armazenar a sua liquidez, em vez de as fazer circular no mercado.
Para dissuadir os bancos de armazenar os seus fundos, era preciso que o BCE remunerasse menos bem os depósitos.
Continua...
23/06/2008
- Intervenção da União Europeia no tratamento do sobreendividamento
No quadro da elaboração de um parecer de iniciativa sobre o sujeito do endividamento, o CESE observou as relações que os cidadãos dos países europeus estabelecem com o crédito e o sobreendividamento.
Cada estado-membro da União Europeia dispõe do seu próprio sistema nacional de prevenção, tratamento, recuperação e acompanhamento das situações de sobreendividamento.
Mas, de modo geral, a situação agravou-se nestes últimos anos, à medida que a União Europeia se foi alargando.
Na maioria dos estados-membros, a taxa de endividamento não pára de crescer.
O crédito perdeu a sua conotação negativa que evocava a pobreza. Pelo contrário, tornou-se sinónimo de consumo.
Além disso, tendo-se multiplicado as instâncias dispostas a conceder crédito, a procura encontra-se fortemente encorajada.
Qualquer pessoa que contrata um crédito expõe-se a um risco de sobreendividamento.
De facto, é impossível prever com certeza as capacidades de reembolso futuras: um precalço da vida (desemprego, doença…) pode, por exemplo, fazer pender rapidamente para uma situação de sobreendividamento.
Para o CESE, é mais do que tempo para ponderar acordos à escala europeia, a fim de limitar as consequências sócio-económicas do sobreendividamento (exclusão, justiça social, destabilização do processo de realização do mercado interno...).
Consequentemente, em breve, poderá ser criado um observatório europeu do endividamento.
Continua...




